13:56 - 24 de maio de 2024.

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Para Ana Lucia Furtado, colégio de irmãos é ignorado pela provedora do HETL

 em Política

Integrante do Colégio de Irmãos, a empresária Ana Lucia Furtado acusa a provedora Soraia Setaro de ser a responsável por uma manobra para garantir mais uma reeleição na Irmandade Santa Casa de Misericórdia. Segundo Ana Lucia, Soraia não ouviu o colégio de irmãos para estabelecer as regras para as próximas eleições, marcadas para dezembro. “O colegiado sequer foi convocado, informado, solicitado para o que quer que seja nos últimos anos”, afirma Ana Lucia.
Para a empresária, o objetivo da provedora é se perpetuar no poder. No texto encaminhado à redação da TRIBUNA DO INTERIOR, Ana Lucia diz que Soraia se comporta como se fosse proprietária da entidade, sem compartilhar nada com os pares. Ela ainda elenca o que chama de “derrotas coletivas” do atual mandato de Soraia Setaro.

Com referencia a matéria deste jornal, edição de 30 de novembro, na qualidade de Irmã, questiono o título: “Irmandade vai às urnas” –
Não, o Colégio de Irmãos não irão às urnas.

O Colegiado SEQUER foi convocado, informado, solicitado para o que quer que seja nos últimos anos. Muito menos para as últimas alterações efetuadas numa verdadeira manobra para que a atual Provedora (que em nada provê de informações aos seus muitos Irmãos e a todos os Vassourenses) permaneça no cargo por muito anos, sem nenhuma preocupação com este processo de perpetuação no poder, como se “proprietária” fosse, única, soberana, aquela que não compartilha NADA com seus pares, apenas pelo doentio desejo e “sabor” do poder, onde impera solitária nas suas arbitrárias e nada democrática decisões. Pois ao final de 4 anos, a lista de derrotas coletivas são muitas:
• Instituto de Educação / Senai, não havendo acordo (e foram muitas propostas) se retira de Vassouras, que perde a essência do legado de Eufrasia, a EDUCAÇÃO, a formação de crianças e jovens.
• O antigo Hospital, em plena pandemia, mantém suas portas praticamente fechadas, tendo que ser montado uma tenda para atendimento (Hospital de Campanha) há alguns metros na mesma rua, é aquele espaço todo, fechado, sem condições ao atendimento para Covid;
• O antigo Colégio Regina Coeli (e depois Aplicação, PIM) abandonado, aguarda sua derrocada pelo abandono e falta de sensatez e respeito aos princípios deste Estatuto, a Educação.

Da atual IRMANDADE, pouco de pode esperar, a maioria dos novos nomes, familiares, contratados da Instituição, pessoas relacionadas a provedora (com letra minúscula mesmo), que não ousam questionar, se é que tem a oportunidade para tal. Afinal, todos que tentam argumentar contrário a alguma atitude ou decisão, são vistos como inimigos, não se pode contrariar a tal senhora, aquela que se acha dona, única, soberana, que desconhece palavras como transparência, coletividade, gestão compartilhada, interesse público entre outras.

A “Irmandade” nem precisa ir às urnas num processo como este, a eleição já está encerrada antes mesmo de começar.

E a sociedade, de braços cruzados, em triste e opressor silêncio, assiste ao fim desta grande herança ao povo de Vassouras;

Agora é esperar por uma intervenção, e quem sabe, todo este patrimônio será salvo e destinado aos seus objetivos iniciais: EDUCAÇÃO, SAÚDE e proteção aos menores carentes.
Um dia… talvez um dia.
Em pleno 2021, virou brinquedo de poder, que triste.

Comentários

5 respostas

  1. É triste ler o texto a cima. O Hospital EUFRASIA TEIXEIRA LEITE é patrimônio dos Vassourenses. Temos que nos manifestar contrários a essAS ocorrências . Temos que designar o Hospital e o Patrimônio da Irmadade para os fins que foram criados. Que venha uma intervenção e coloque tudo no seu devido destino: EDUCAÇÃO, SAÚDE E ATENDIMENTO AOS MAIS CARENTES. Esse tem que ser o legado da IRNANDADE.

  2. Concordo com tudo o que foi escrito pelo empresária Ana Lúcia. Precisamos nos mobilizar pata que este quadro seja revertido.

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