Vereador nos anos 1970, Despachante foi velado no salão nobre da Câmara de Vereadores
Uma parada respiratória na noite da segunda-feira, dia 13 de dezembro, no Hospital Universitário Sul Fluminense, matou o despachante mais conhecido da Cidade. Geraldo Despachante morreu após dias internados no Hospital Universitário com complicações pulmonares.
Presidente da Câmara entre 1975 e 1976, Geraldo não resistiu e morreu no início da noite da segunda-feira. No antigo município de Vassouras, que ainda contava com os distritos de Paty do Alferes, Avelar e Conrado, Geraldo Nunes Ferreira foi o principal nome entre os despachantes que trabalhavam junto ao Detran. Do escritório de Geraldo surgiram nomes que também construíram carreira na área como Cássio da Conceição, Marco Aurélio Pontes, o Lelo, Sérgio Murilo, o Serginho Despachante e Gilmar Andrade e o próprio filho mais velho de Geraldo, Luiz Antônio Nunes Ferreira, o Chico.
Geraldo Nunes Ferreira deixa viúva Odaléa Almeida Ferreira, companheira de 64 anos de casamento, e os filhos Luiz Antônio, Eliane e Maria José. O ex-presidente da Câmara foi enterrado na terça, dia 14, com muita chuva, no Cemitério Nossa Senhora da Conceição, Centro Histórico de Vassouras.
Além de amigos e parentes, os ex-prefeitos Eurico Pinheiro Bernardes Júnior e Altair Paulino estiveram presentes ao funeral.
