23:43 - 13 de janeiro de 2026.

Parada respiratória mata Geraldo Nunes Ferreira

Parada respiratória mata Geraldo Nunes Ferreira

 em Vassouras

Vereador nos anos 1970, Despachante foi velado no salão nobre da Câmara de Vereadores

 

Uma parada respiratória na noite da segunda-feira, dia 13 de dezembro, no Hospital Universitário Sul Fluminense, matou o despachante mais conhecido da Cidade. Geraldo Despachante morreu após dias internados no Hospital Universitário com complicações pulmonares.

Presidente da Câmara entre 1975 e 1976, Geraldo não resistiu e morreu no início da noite da segunda-feira. No antigo município de Vassouras, que ainda contava com os distritos de Paty do Alferes, Avelar e Conrado, Geraldo Nunes Ferreira foi o principal nome entre os despachantes que trabalhavam junto ao Detran. Do escritório de Geraldo surgiram nomes que também construíram carreira na área como Cássio da Conceição, Marco Aurélio Pontes, o Lelo, Sérgio Murilo, o Serginho Despachante e Gilmar Andrade e o próprio filho mais velho de Geraldo, Luiz Antônio Nunes Ferreira, o Chico.

Geraldo Nunes Ferreira deixa viúva Odaléa Almeida Ferreira, companheira de 64 anos de casamento, e os filhos Luiz Antônio, Eliane e Maria José. O ex-presidente da Câmara foi enterrado na terça, dia 14, com muita chuva, no Cemitério Nossa Senhora da Conceição, Centro Histórico de Vassouras.

 

Além de amigos e parentes, os ex-prefeitos Eurico Pinheiro Bernardes Júnior e Altair Paulino estiveram presentes ao funeral.

 

Geraldo Nunes Ferreira em foto da época em que presidia a Câmara dos Vereadores

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