13:49 - 12 de fevereiro de 2026.

Pós-Graduação em Medicina Intensiva

Pós-Graduação em Medicina Intensiva

Módulo: Reanimação cardiopulmonar e via aérea

 

O curso de Pós-Graduação em Medicina Intensiva da USS, coordenado pelo Dr. Gerson Luiz de Macedo, realizou em 26 de março, em Vassouras – RJ, o módulo de Reanimação cardiopulmonar e via aérea. Ministraram as aulas os médicos Dr. Moyses Damaceno, presidente da Sociedade de Terapia Intensiva do Rio de Janeiro, e Dr. André Japiassú, diretor-científico da Sociedade. A Pyramid Medical Systems apoiou a iniciativa.

O curso em sua quinta edição ganhou ainda mais qualidade com a parceria: foi apresentada aos profissionais grande variedade de ferramentas e equipamentos médico-hospitalares de alta tecnologia, como ultrassom portátil, desfibriladores externos automáticos e cardioversores, reanimadores manuais, máscaras laríngeas e de proteção, assim como manequins e eletrocardiógrafos.

A disponibilidade dos equipamentos proporcionou aulas práticas divididas em módulos e possibilitou aprendizado equivalente a uma simulação natural.

No módulo Ultrassom, visualizou-se, com ótima qualidade de imagem, a partir de “modelo vivo”, o que, internamente, ocorre ao paciente. No módulo Reanimação, os manequins de suporte vital básico permitiram aos alunos a realização de compressões torácicas, mediante anatomia real e evidências da elevação do peito/abdômen. Já no módulo Vias Aéreas, a simulação de uma laringe por uma cabeça de intubação, possibilitou a passagem de máscaras laríngeas em vias aéreas difíceis, o que fez os alunos perceberem a facilidade de posicionamento daquele dispositivo.

O curso de Pós-Graduação em Medicina Intensiva tem hoje 34 alunos e continuará a especializar para a região Sul Fluminense e estado do Rio de Janeiro, profissionais treinados, uma vez que como campo de estágio há o Centro de Tratamento Intensivo (CTI), do Hospital Universitário Sul Fluminense – HUSF.

Segundo Dr. Gerson Macedo, o aprendizado contínuo preparará para o exercício dessa especialidade que ainda é carente de médicos titulados para ocuparem os Centros de Tratamento Intensivo do Rio de Janeiro.

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